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Luva Térmica

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    Luva Térmica Resistente ao Calor com CA Válido

    Modelos cano curto e cano longo, com forro de algodão ou Kevlar, em tecido Benetherm para proteção contra calor radiante, calor de contato e respingo de metal fundido. Entrega para todo o Brasil, frete grátis para SP (consulte regras) e atendimento corporativo por CNPJ.

    Atualizado em junho de 2026
    O que é a luva térmica? Luva térmica é o Equipamento de Proteção Individual (EPI) destinado a proteger as mãos do trabalhador contra agentes térmicos: calor radiante, calor por contato, calor convectivo e respingo de metal fundido. É fabricada em couro, Kevlar ou tecido com camada aluminizada ou aramida, como o Benetherm, e deve possuir Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) conforme a NR-6. O desempenho térmico é avaliado por ensaios de referência internacional EN 407, que classifica a resistência da luva em seis critérios: inflamabilidade, calor de contato, calor convectivo, calor radiante e respingo de metal fundido pequeno e grande.
    Marcas no catálogo Prottekt: Benetherm. Todos os modelos comercializados possuem CA válido, conferido pela Prottekt no momento do cadastro do produto, com atendimento corporativo PJ por CNPJ.

    Por que comprar luva térmica na Prottekt

    CA válido em todos os modelos

    Nenhuma luva térmica sem Certificado de Aprovação do MTE. Conformidade NR-6 assegurada em cada compra.

    Variações por nível de calor

    Cano curto, cano longo, forro de algodão ou Kevlar para diferentes intensidades de exposição térmica.

    Pedidos corporativos por CNPJ

    Atendimento ágil para RH, Compras e SESMT com condições especiais para compras em quantidade.

    Reposição programada

    Organize a substituição periódica das luvas térmicas sem processos repetitivos de compra.

    Encontre a luva térmica certa pela variação

    A escolha deve considerar o agente térmico identificado no PGR (calor radiante, calor de contato ou respingo de metal fundido) e a recomendação do SESMT.

    Cano curto

    Cobertura até o punho, para manuseio geral de peças aquecidas com menor necessidade de proteção do antebraço.

    Ver modelos cano curto

    Cano longo

    Cobertura estendida até o antebraço, indicada para fundição, soldagem e risco de respingo de metal fundido.

    Ver modelos cano longo

    Com forro de algodão

    Conforto térmico adicional e absorção de transpiração para jornadas longas em ambientes de calor moderado.

    Ver modelos com forro

    Com forro de Kevlar

    Resistência adicional a corte e calor intenso, indicada para fundição, siderurgia e vidro.

    Ver modelos com Kevlar

    Como escolher a luva térmica pelo risco identificado

    Esta tabela cruza o risco térmico mapeado no PGR com a variação de luva indicada e a referência técnica de desempenho.

    Risco identificado Luva térmica indicada Referência técnica
    Contato com superfícies aquecidas moderadas Cano curto com forro de algodão EN 407 (nível B) / NR-6
    Respingo de metal fundido em fundição Cano longo com forro de Kevlar EN 407 (nível E/F) / NR-6
    Calor radiante de fornos industriais Tecido Benetherm com camada aluminizada EN 407 (nível D) / NR-6
    Calor convectivo próximo a chamas abertas Cano longo resistente a chama EN 407 (nível C) / NR-6
    Soldagem MIG, TIG ou eletrodo revestido Cano longo com forro de algodão ou Kevlar EN 407 (nível B/C) / NR-6
    Manuseio de peças em forno de padaria ou cozinha industrial Cano curto com forro de algodão EN 407 (nível B) / NR-6

    Níveis de proteção EN 407 (referência rápida)

    A EN 407 é a referência técnica internacional para desempenho térmico de luvas, comumente citada junto ao CA pelos fabricantes. Classifica seis critérios em níveis de 1 a 4 (quanto maior, mais protetor).

    Critério (letra) O que avalia Escala
    A: Comportamento ao fogo Tempo de propagação e extinção da chama após ignição Nível 1 a 4
    B: Calor de contato Temperatura de contato suportada sem sensação dolorosa Nível 1 a 4 (100 a 500°C)
    C: Calor convectivo Tempo de transferência de calor por chama ao reverso da luva Nível 1 a 4
    D: Calor radiante Tempo de proteção contra radiação térmica de fontes como fornos Nível 1 a 4
    E: Respingo pequeno de metal fundido Número de gotas de metal fundido suportadas sem dano Nível 1 a 4
    F: Respingo grande de metal fundido Resistência a maior volume de metal fundido em contato Nível 1 a 4

    Materiais e variantes da luva térmica

    Material Vantagem Limitação Indicação
    Couro vaqueta Resistente a abrasão e calor de contato moderado Menor flexibilidade e isolamento térmico inferior a fibras técnicas Manuseio de peças aquecidas, fornos de padaria, manutenção geral
    Kevlar (aramida) Alta resistência a calor e corte, leve e flexível Custo mais elevado que couro convencional Soldagem, fundição, siderurgia
    Tecido Benetherm (aluminizado) Isolamento térmico elevado e reflexão de calor radiante Menor resistência mecânica à abrasão constante Fornos industriais, vidro, siderurgia, respingo de metal fundido
    Forro de algodão interno Conforto térmico e absorção de transpiração Isoladamente não protege contra calor intenso Camada complementar interna em jornadas longas

    Glossário técnico

    CA (Certificado de Aprovação)
    Documento emitido pelo MTE que certifica a aprovação do EPI para comercialização e uso no Brasil, conforme exigido pela NR-6.
    PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)
    Documento exigido pela NR-01 que identifica os riscos ocupacionais por função e especifica os EPIs necessários para cada um.
    SESMT
    Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, responsável por validar a seleção do EPI conforme o risco.
    EN 407
    Norma técnica internacional de referência para desempenho térmico de luvas, avaliando inflamabilidade, calor de contato, calor convectivo, calor radiante e respingo de metal fundido.
    Calor radiante
    Transferência de calor por ondas eletromagnéticas a partir de uma fonte aquecida, como fornos industriais, sem contato direto.
    Calor convectivo
    Transferência de calor por meio de ar ou gases aquecidos, comum próximo a chamas abertas e processos de combustão.
    Calor por contato
    Transferência de calor por toque direto em superfície aquecida, como peças metálicas, fornos e tubulações.
    Respingo de metal fundido
    Projeção de gotas de metal em fusão, típica de fundição e soldagem, que pode causar queimaduras graves sem proteção adequada.

    Cotação corporativa para sua empresa

    WhatsApp: (19) 99987-9164
    E-mail: vendas@prottekt.com.br
    Frete grátis para SP, consulte regras. Entrega para todo o Brasil.
    Especificação técnica para SESMT e engenharia de segurança

    Normas e requisitos técnicos para luva térmica

    ABNT NBR ISO 21420:2022

    Define os requisitos gerais para luvas de proteção: ensaios de inocuidade, conforto, destreza, marcação e informações do fabricante. Base normativa para toda luva de proteção comercializada no Brasil, incluindo a luva térmica.

    EN 407

    Norma técnica internacional de referência para desempenho térmico de luvas de proteção. Classifica em níveis de 1 a 4 a resistência a inflamabilidade, calor de contato, calor convectivo, calor radiante e respingo de metal fundido. Comumente citada junto ao CA pelos fabricantes brasileiros.

    NR-6

    Exige que a luva térmica possua CA válido, seja adequada ao risco térmico identificado no PGR e que o fornecimento seja registrado individualmente. A seleção deve ser validada pelo SESMT.

    NR-15 (Anexo 3, calor)

    Estabelece os limites de tolerância para exposição ao calor (IBUTG). A luva térmica é uma das medidas de controle do agente calor, complementando o regime de trabalho e pausa definido pelo SESMT.

    Quando substituir a luva térmica

    A NR-6 não define prazo fixo de substituição. O SESMT deve estabelecer critérios de inspeção periódica e descarte com base nos seguintes indicadores:

    • Carbonização ou queima visível em qualquer parte do tecido
    • Endurecimento ou ressecamento do couro que reduza a flexibilidade
    • Rompimento das costuras ou perda de integridade do forro interno
    • Após qualquer contato com respingo de metal fundido que tenha penetrado o material, mesmo sem dano visível externo
    • Redução perceptível da capacidade de isolamento térmico relatada pelo trabalhador
    • Perfurações, cortes ou desgaste que comprometam a barreira térmica
    • Perda de aderência ou destreza que comprometa a segurança do manuseio

    Perguntas frequentes sobre luva térmica

    Luva térmica é obrigatória por lei?

    Sim. A NR-6 obriga o empregador a fornecer gratuitamente luva térmica com CA válido sempre que houver risco de queimadura por calor radiante, calor de contato ou respingo de metal fundido identificado no PGR. O descumprimento sujeita a empresa a autuação e ação regressiva do INSS em caso de acidente.

    Qual a diferença entre luva térmica e luva de raspa comum?

    A luva de raspa de couro oferece proteção térmica moderada, adequada para solda leve e calor de contato ocasional. A luva térmica em Kevlar ou tecido Benetherm é projetada especificamente para exposição intensa e contínua a calor radiante, convectivo e respingo de metal fundido, com desempenho certificado pela EN 407.

    Como saber qual nível EN 407 escolher?

    O SESMT deve avaliar o agente térmico dominante na atividade (contato, radiante, convectivo ou respingo de metal) e a intensidade da exposição. Quanto maior o nível (1 a 4) no critério correspondente, maior a proteção. Para fundição e soldagem intensa, priorize níveis altos nos critérios B, E e F.

    Luva térmica protege contra respingo de metal fundido?

    Depende do modelo. Apenas luvas com classificação EN 407 nos critérios E (respingo pequeno) e F (respingo grande) oferecem essa proteção específica. Verifique a ficha técnica do fabricante antes de indicar o modelo para fundição ou soldagem com projeção de metal.

    Posso usar luva térmica para soldagem?

    Sim, desde que o modelo seja certificado para os agentes térmicos da soldagem específica (calor convectivo, calor de contato e respingo). Para soldagem MIG e eletrodo revestido com respingos intensos, prefira cano longo com forro de Kevlar ou tecido Benetherm.

    Com que frequência a luva térmica deve ser substituída?

    Não há prazo fixo definido pela NR-6. A substituição deve ocorrer ao primeiro sinal de carbonização, ressecamento do couro, rompimento de costuras ou após contato com respingo de metal fundido que tenha penetrado o material, mesmo sem dano visível externo.

    A empresa pode descontar do salário o custo da luva térmica?

    Não. A NR-6 determina que o EPI deve ser fornecido gratuitamente pelo empregador. Qualquer desconto salarial pelo fornecimento de luva térmica é ilegal e pode gerar passivo trabalhista para a empresa.

    Qual a diferença entre cano curto e cano longo na luva térmica?

    O cano curto cobre até o punho e é indicado para manuseio geral de peças aquecidas com menor exposição do antebraço. O cano longo estende a proteção até o antebraço, recomendado para fundição, soldagem e qualquer atividade com risco de respingo de metal fundido sobre o braço.

    Como verificar se o CA da luva térmica é válido?

    Consulte o portal do Ministério do Trabalho e Emprego (gov.br/trabalho) pelo número do CA informado na embalagem ou ficha técnica do produto. O CA deve estar ativo e dentro do prazo de validade para que a luva seja reconhecida legalmente como EPI.

    Equipe Técnica Prottekt Conteúdo revisado por especialistas em saúde e segurança do trabalho. Atualizado em junho de 2026.
    Fontes: ABNT NBR ISO 21420:2022, EN 407, NR-6, NR-15, CAEPI / MTE.