Calçado de Segurança com CA Válido
Botina, bota e sapato profissional para os pés do trabalhador brasileiro. Entrega para todo o Brasil, com frete grátis para SP (consulte regras) e atendimento corporativo PJ.
Atualizado em maio de 2026Por que comprar calçado de segurança na Prottekt
CA válido em todos os SKUs
Nenhum calçado sem Certificado de Aprovação ativo do MTE. Compra com respaldo legal e rastreabilidade documental.
Linha completa por setor
Construção civil, indústria pesada, eletricidade, logística, agronegócio e serviços. O modelo certo para cada risco mapeado no PGR.
Pedidos corporativos por CNPJ
Atendimento direto a RH, Compras e Suprimentos. Cotação personalizada, nota fiscal e suporte para reposição em lote.
Reposição programada
Monte um kit recorrente e mantenha conformidade contínua sem repetir o ciclo de compra a cada renovação.
Encontre o calçado certo por subcategoria
A seleção deve considerar o levantamento de riscos do PGR (NR-01) e a recomendação técnica do SESMT. Navegue pelas subcategorias.
Bota de PVC
Proteção contra umidade, lama e agentes químicos moderados. Indicada para limpeza profissional, saneamento, agronegócio e construção civil em condições úmidas.
Ver modelos de bota PVCBota NoBuck
Couro nobuck de alta resistência para ambientes de desgaste intenso. Modelos com proteção do metatarso disponíveis para indústria pesada.
Ver modelos de bota nobuckBota para Eletricista
Isolamento elétrico certificado para trabalhos em conformidade com a NR-10. Modelos sem componentes metálicos para baixa tensão.
Ver modelos para eletricistaBotina de Segurança
Cano curto com biqueira de aço ou composite. Versátil para indústria, construção civil e logística. A subcategoria mais usada no catálogo.
Ver modelos de botinaCalçados de EVA
Leveza extrema e absorção de impacto. Para ambientes internos, cozinha industrial e funções com menor exposição a riscos mecânicos.
Ver modelos de EVACalçados de Proteção
Linha ampla com modelos para diferentes setores. Couro, PVC e polímero, com ou sem biqueira de segurança.
Ver linha de proteçãoSapato de Segurança
Perfil baixo, conforto prolongado e proteção certificada. Para supervisão técnica, administrativo em campo e serviços leves.
Ver modelos de sapatoComo escolher o calçado pelo risco identificado
Esta tabela cruza o risco mapeado no PGR com o tipo de calçado indicado e a norma técnica de referência. Use como apoio à decisão do SESMT.
| Risco identificado | Calçado indicado | Norma de referência |
|---|---|---|
| Impacto e esmagamento no bico do pé | Botina ou bota com biqueira de aço ou composite (200 J) | ABNT NBR ISO 20345 / NR-6 |
| Umidade, lama, agentes químicos | Bota de PVC impermeável | ABNT NBR ISO 20345 / NR-6 |
| Choque elétrico em baixa tensão | Bota para eletricista com isolamento dielétrico | NR-10 / ABNT NBR ISO 20345 |
| Superfícies escorregadias | Calçado com solado antiderrapante SRC | ABNT NBR ISO 20345 / NR-6 |
| Perfuração por pregos e objetos pontiagudos | Calçado com palmilha antiperfuração (classe S3 ou SBP) | ABNT NBR ISO 20345 / NR-18 |
| Calor, solda, projeção de fagulhas | Bota com couro tratado e resistência térmica | ABNT NBR ISO 20345 / NR-6 |
| Ambiente com detector de metais | Biqueira composite (não metálica) | ABNT NBR ISO 20345 |
| Frio e câmara fria | Calçado com isolamento térmico (classe CI) | ABNT NBR ISO 20345 |
Classes da ABNT NBR ISO 20345 (referência rápida)
A norma classifica os calçados de segurança em níveis de proteção combinados. Use esta tabela para especificação direta na cotação.
| Classe | Proteção base | Recursos adicionais | Uso típico |
|---|---|---|---|
| SB | Biqueira 200 J | Requisitos básicos | Funções administrativas em campo |
| S1 | Biqueira 200 J | Antiestático, absorção de energia no calcanhar | Ambiente interno seco, indústria leve |
| S2 | Biqueira 200 J | S1 + resistência à penetração e absorção de água | Ambientes externos e úmidos |
| S3 | Biqueira 200 J | S2 + palmilha antiperfuração + solado com saliências | Construção civil, indústria pesada |
| S4 | Biqueira 200 J | Calçado totalmente impermeável (PVC ou borracha) | Limpeza, agronegócio, saneamento |
| S5 | Biqueira 200 J | S4 + palmilha antiperfuração + solado com saliências | Construção em ambiente alagado |
| SBP | Biqueira 200 J | SB + palmilha antiperfuração | Especificação direcionada à perfuração |
Comparativo de materiais
| Material | Vantagem | Limitação | Indicação |
|---|---|---|---|
| Couro vaqueta | Resistência mecânica, durabilidade, conforto | Sensível a água e químicos agressivos | Construção civil, indústria |
| Couro nobuck | Aspecto premium, respirabilidade | Custo maior, exige limpeza específica | Indústria pesada, supervisão |
| PVC | Impermeável, resistência química, fácil higienização | Menor respirabilidade, peso maior | Limpeza, agronegócio, frigorífico |
| EVA | Ultra leve, absorção de impacto, baixo custo | Baixa resistência mecânica | Ambientes internos, cozinha industrial |
| Polímero/sintético | Leveza, baixo custo, fácil manutenção | Durabilidade inferior ao couro | Logística leve, serviços |
Glossário técnico
- CA (Certificado de Aprovação)
- Documento emitido pelo MTE que atesta que o EPI atende aos requisitos das normas técnicas aplicáveis. Tem validade e número único por modelo.
- Biqueira composite
- Componente de proteção do bico do pé feito de material não metálico (fibra de vidro, polímero ou carbono). Mesma proteção contra impacto de 200 J da biqueira de aço, sem ativar detectores de metais.
- Palmilha antiperfuração
- Lâmina interna (têxtil ou metálica) que protege contra perfuração por pregos, vergalhões e objetos pontiagudos. Obrigatória em classes S3 e S5.
- Solado SRC
- Classificação de antiderrapância que indica resistência ao escorregamento em piso cerâmico com detergente e em piso de aço com glicerina. É o nível mais alto da norma.
- 200 J de impacto
- Energia de impacto que a biqueira de segurança deve suportar sem deformação permanente, conforme ensaio da ABNT NBR ISO 20345. Equivale aproximadamente a um objeto de 20 kg caindo de 1 metro.
- PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)
- Programa obrigatório definido pela NR-01 que identifica, avalia e controla os riscos ocupacionais. A seleção do EPI deve estar fundamentada no PGR.
- SESMT
- Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. Equipe técnica responsável pela seleção e fiscalização do uso correto do EPI.
Cotação corporativa para sua empresa
E-mail: vendas@prottekt.com.br
Frete grátis para SP, consulte regras. Entrega para todo o Brasil.
Veja também
Luvas de proteção Equipamentos de altura NR-6: EPI obrigatório NR-10: trabalho com eletricidade EPI para construção civilNormas e requisitos técnicos para calçado de segurança
ABNT NBR ISO 20345:2022
Norma técnica principal para calçados de segurança no Brasil. Estabelece requisitos básicos obrigatórios (resistência ao impacto de 200 J na biqueira, compressão de 15 kN) e requisitos adicionais conforme o tipo de risco. Define as marcações SB, S1, S2, S3, S4, S5, S6, S7 e SBP, com complementos como CI (isolamento ao frio), HI (isolamento ao calor), SRC (antiderrapante máximo) e P (antiperfuração).
NR-6 (Portaria MTP 4.219/2022)
Estabelece que a seleção do EPI deve ser feita com participação do SESMT e da CIPA, ouvidos os empregados, com base no PGR. Todo calçado de segurança comercializado no Brasil deve possuir CA válido emitido pelo MTE. O empregador é responsável pelo fornecimento gratuito, treinamento de uso, higienização, substituição e descarte adequado.
NR-10 (segurança em eletricidade)
Exige calçado de segurança com isolamento elétrico certificado para trabalhadores que atuam em instalações elétricas em baixa tensão. O calçado deve ser livre de componentes metálicos. A verificação do isolamento deve seguir cronograma do fabricante e ser registrada pelo SESMT.
NR-18 (construção civil)
Determina o uso de calçado com biqueira de segurança nos canteiros de obras. Complementa a NR-6 com especificidades do setor, incluindo proteção contra perfuração para áreas com risco de pregos e vergalhões expostos. A classe S3 é a mais usual.
NR-32 (saúde e serviços)
Para hospitais, laboratórios e clínicas, exige calçado fechado, antiderrapante, impermeável e de fácil higienização. Em áreas com risco biológico, deve ser de uso exclusivo no ambiente assistencial.
Quando substituir o calçado de segurança
A NR-6 não estabelece prazo fixo. A substituição deve ocorrer sempre que a proteção for comprometida. O SESMT deve manter inspeção periódica e critérios de descarte. Indicadores objetivos:
- Solado com desgaste acima de 50% das ranhuras, perda de antiderrapância
- Biqueira de aço com sinal de impacto (deformação, mossa, trinca)
- Couro ressecado, rachado ou com perda de costura estrutural
- PVC com trincas, furos ou perda de flexibilidade
- Palmilha interna com colapso de absorção de impacto
- CA do modelo vencido (renovação ou troca por equivalente)
- Após qualquer evento de impacto significativo, mesmo sem dano visível
Perguntas frequentes sobre calçado de segurança
Calçado de segurança é obrigatório por lei?
Sim. A NR-6 (Portaria MTP 4.219/2022) obriga o empregador a fornecer gratuitamente calçado de segurança adequado ao risco identificado no PGR. O descumprimento sujeita a empresa a autuação pela Fiscalização do Trabalho e a ação regressiva do INSS em caso de acidente com nexo causal.
Qual calçado de segurança usar na construção civil?
A NR-18 determina o uso de calçado com biqueira de segurança em canteiros de obras. O modelo mais indicado é a botina classe S3, que protege contra impacto, esmagamento e perfuração por pregos e vergalhões. Em áreas alagadas ou com concreto fresco, a bota de PVC S4 ou S5 complementa a proteção.
Qual calçado usar para trabalhar com agroquímicos?
Bota de PVC impermeável com CA válido, classe S4 ou S5. O PVC oferece barreira contra umidade e agentes químicos moderados presentes em defensivos agrícolas. Verifique no CA e na ficha técnica se o modelo resiste às substâncias específicas utilizadas na operação.
Bota de PVC pode ser usada na indústria alimentícia?
Sim, desde que o modelo possua biqueira composite (não metálica) para não ativar detectores de metais, solado antiderrapante SRC e CA válido. Verifique também a resistência a detergentes e sanitizantes utilizados na limpeza da planta.
A empresa pode descontar o valor do calçado do salário do trabalhador?
Não. A NR-6 é clara: o EPI deve ser fornecido gratuitamente pelo empregador. Qualquer desconto no salário pelo fornecimento de EPI é ilegal e pode gerar passivo trabalhista. O custo é integralmente responsabilidade da empresa.
Qual a diferença entre biqueira de aço e biqueira composite?
As duas oferecem a mesma proteção contra impacto de 200 J exigida pela ABNT NBR ISO 20345. A biqueira composite é feita de polímero, fibra de vidro ou carbono, não conduz eletricidade nem ativa detectores de metais, e é mais leve. A biqueira de aço é mais robusta a impactos repetidos e tem custo menor.
Calçado de segurança com bico de aço pode ser usado por eletricista?
Não. Para trabalhos em conformidade com a NR-10, o calçado deve ser dielétrico, sem componentes metálicos. Eletricistas devem usar bota ou botina com biqueira composite e construção totalmente isolada.
Como verificar se o CA do calçado está válido?
Consulte o número do CA no site oficial do CAEPI, mantido pelo MTE. Cada CA tem validade, geralmente de 5 anos, e pode ser renovado pelo fabricante. A Prottekt confere a validade no momento do cadastro do produto e não comercializa modelos com CA vencido.
Com que frequência o calçado de segurança deve ser substituído?
A NR-6 não estabelece prazo fixo. A substituição deve ocorrer quando houver comprometimento das propriedades de proteção: solado desgastado, biqueira deformada, couro ressecado ou PVC com trincas. O SESMT deve estabelecer rotina de inspeção periódica e critérios claros de descarte.
A Prottekt entrega calçado de segurança para todo o Brasil?
Sim. A Prottekt entrega calçado de segurança para todos os estados do Brasil, com frete grátis para São Paulo (consulte regras). Pedidos corporativos por CNPJ pelo WhatsApp (19) 99987-9164 ou pelo e-mail vendas@prottekt.com.br.