Precisa de Ajuda? Atendimento
0

Calçados de Proteção

Filtrar
Ordenar
Ordenar Produtos

    Calçado de Segurança com CA Válido

    Botina, bota e sapato profissional para os pés do trabalhador brasileiro. Entrega para todo o Brasil, com frete grátis para SP (consulte regras) e atendimento corporativo PJ.

    Atualizado em maio de 2026
    O que é calçado de segurança? Calçado de segurança é o EPI (Equipamento de Proteção Individual) destinado à proteção dos pés do trabalhador contra riscos mecânicos, químicos, térmicos, elétricos e de queda em mesmo nível. No Brasil, obrigatoriamente possui Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e segue a norma técnica ABNT NBR ISO 20345, que define classes (SB, S1 a S7 e SBP) conforme os requisitos de proteção.
    Marcas no catálogo Prottekt: Marluvas, Cartom, Bracol, Estival e Soft Works. Todos os modelos comercializados possuem CA válido, conferido pela Prottekt no momento do cadastro do produto, com atendimento corporativo PJ por CNPJ.

    Por que comprar calçado de segurança na Prottekt

    CA válido em todos os SKUs

    Nenhum calçado sem Certificado de Aprovação ativo do MTE. Compra com respaldo legal e rastreabilidade documental.

    Linha completa por setor

    Construção civil, indústria pesada, eletricidade, logística, agronegócio e serviços. O modelo certo para cada risco mapeado no PGR.

    Pedidos corporativos por CNPJ

    Atendimento direto a RH, Compras e Suprimentos. Cotação personalizada, nota fiscal e suporte para reposição em lote.

    Reposição programada

    Monte um kit recorrente e mantenha conformidade contínua sem repetir o ciclo de compra a cada renovação.

    Encontre o calçado certo por subcategoria

    A seleção deve considerar o levantamento de riscos do PGR (NR-01) e a recomendação técnica do SESMT. Navegue pelas subcategorias.

    Bota de PVC

    Proteção contra umidade, lama e agentes químicos moderados. Indicada para limpeza profissional, saneamento, agronegócio e construção civil em condições úmidas.

    Ver modelos de bota PVC

    Bota NoBuck

    Couro nobuck de alta resistência para ambientes de desgaste intenso. Modelos com proteção do metatarso disponíveis para indústria pesada.

    Ver modelos de bota nobuck

    Bota para Eletricista

    Isolamento elétrico certificado para trabalhos em conformidade com a NR-10. Modelos sem componentes metálicos para baixa tensão.

    Ver modelos para eletricista

    Botina de Segurança

    Cano curto com biqueira de aço ou composite. Versátil para indústria, construção civil e logística. A subcategoria mais usada no catálogo.

    Ver modelos de botina

    Calçados de EVA

    Leveza extrema e absorção de impacto. Para ambientes internos, cozinha industrial e funções com menor exposição a riscos mecânicos.

    Ver modelos de EVA

    Calçados de Proteção

    Linha ampla com modelos para diferentes setores. Couro, PVC e polímero, com ou sem biqueira de segurança.

    Ver linha de proteção

    Sapato de Segurança

    Perfil baixo, conforto prolongado e proteção certificada. Para supervisão técnica, administrativo em campo e serviços leves.

    Ver modelos de sapato

    Como escolher o calçado pelo risco identificado

    Esta tabela cruza o risco mapeado no PGR com o tipo de calçado indicado e a norma técnica de referência. Use como apoio à decisão do SESMT.

    Risco identificado Calçado indicado Norma de referência
    Impacto e esmagamento no bico do pé Botina ou bota com biqueira de aço ou composite (200 J) ABNT NBR ISO 20345 / NR-6
    Umidade, lama, agentes químicos Bota de PVC impermeável ABNT NBR ISO 20345 / NR-6
    Choque elétrico em baixa tensão Bota para eletricista com isolamento dielétrico NR-10 / ABNT NBR ISO 20345
    Superfícies escorregadias Calçado com solado antiderrapante SRC ABNT NBR ISO 20345 / NR-6
    Perfuração por pregos e objetos pontiagudos Calçado com palmilha antiperfuração (classe S3 ou SBP) ABNT NBR ISO 20345 / NR-18
    Calor, solda, projeção de fagulhas Bota com couro tratado e resistência térmica ABNT NBR ISO 20345 / NR-6
    Ambiente com detector de metais Biqueira composite (não metálica) ABNT NBR ISO 20345
    Frio e câmara fria Calçado com isolamento térmico (classe CI) ABNT NBR ISO 20345

    Classes da ABNT NBR ISO 20345 (referência rápida)

    A norma classifica os calçados de segurança em níveis de proteção combinados. Use esta tabela para especificação direta na cotação.

    Classe Proteção base Recursos adicionais Uso típico
    SB Biqueira 200 J Requisitos básicos Funções administrativas em campo
    S1 Biqueira 200 J Antiestático, absorção de energia no calcanhar Ambiente interno seco, indústria leve
    S2 Biqueira 200 J S1 + resistência à penetração e absorção de água Ambientes externos e úmidos
    S3 Biqueira 200 J S2 + palmilha antiperfuração + solado com saliências Construção civil, indústria pesada
    S4 Biqueira 200 J Calçado totalmente impermeável (PVC ou borracha) Limpeza, agronegócio, saneamento
    S5 Biqueira 200 J S4 + palmilha antiperfuração + solado com saliências Construção em ambiente alagado
    SBP Biqueira 200 J SB + palmilha antiperfuração Especificação direcionada à perfuração

    Comparativo de materiais

    Material Vantagem Limitação Indicação
    Couro vaqueta Resistência mecânica, durabilidade, conforto Sensível a água e químicos agressivos Construção civil, indústria
    Couro nobuck Aspecto premium, respirabilidade Custo maior, exige limpeza específica Indústria pesada, supervisão
    PVC Impermeável, resistência química, fácil higienização Menor respirabilidade, peso maior Limpeza, agronegócio, frigorífico
    EVA Ultra leve, absorção de impacto, baixo custo Baixa resistência mecânica Ambientes internos, cozinha industrial
    Polímero/sintético Leveza, baixo custo, fácil manutenção Durabilidade inferior ao couro Logística leve, serviços

    Glossário técnico

    CA (Certificado de Aprovação)
    Documento emitido pelo MTE que atesta que o EPI atende aos requisitos das normas técnicas aplicáveis. Tem validade e número único por modelo.
    Biqueira composite
    Componente de proteção do bico do pé feito de material não metálico (fibra de vidro, polímero ou carbono). Mesma proteção contra impacto de 200 J da biqueira de aço, sem ativar detectores de metais.
    Palmilha antiperfuração
    Lâmina interna (têxtil ou metálica) que protege contra perfuração por pregos, vergalhões e objetos pontiagudos. Obrigatória em classes S3 e S5.
    Solado SRC
    Classificação de antiderrapância que indica resistência ao escorregamento em piso cerâmico com detergente e em piso de aço com glicerina. É o nível mais alto da norma.
    200 J de impacto
    Energia de impacto que a biqueira de segurança deve suportar sem deformação permanente, conforme ensaio da ABNT NBR ISO 20345. Equivale aproximadamente a um objeto de 20 kg caindo de 1 metro.
    PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)
    Programa obrigatório definido pela NR-01 que identifica, avalia e controla os riscos ocupacionais. A seleção do EPI deve estar fundamentada no PGR.
    SESMT
    Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. Equipe técnica responsável pela seleção e fiscalização do uso correto do EPI.

    Cotação corporativa para sua empresa

    WhatsApp: (19) 99987-9164
    E-mail: vendas@prottekt.com.br
    Frete grátis para SP, consulte regras. Entrega para todo o Brasil.
    Especificação técnica para SESMT e engenharia de segurança

    Normas e requisitos técnicos para calçado de segurança

    ABNT NBR ISO 20345:2022

    Norma técnica principal para calçados de segurança no Brasil. Estabelece requisitos básicos obrigatórios (resistência ao impacto de 200 J na biqueira, compressão de 15 kN) e requisitos adicionais conforme o tipo de risco. Define as marcações SB, S1, S2, S3, S4, S5, S6, S7 e SBP, com complementos como CI (isolamento ao frio), HI (isolamento ao calor), SRC (antiderrapante máximo) e P (antiperfuração).

    NR-6 (Portaria MTP 4.219/2022)

    Estabelece que a seleção do EPI deve ser feita com participação do SESMT e da CIPA, ouvidos os empregados, com base no PGR. Todo calçado de segurança comercializado no Brasil deve possuir CA válido emitido pelo MTE. O empregador é responsável pelo fornecimento gratuito, treinamento de uso, higienização, substituição e descarte adequado.

    NR-10 (segurança em eletricidade)

    Exige calçado de segurança com isolamento elétrico certificado para trabalhadores que atuam em instalações elétricas em baixa tensão. O calçado deve ser livre de componentes metálicos. A verificação do isolamento deve seguir cronograma do fabricante e ser registrada pelo SESMT.

    NR-18 (construção civil)

    Determina o uso de calçado com biqueira de segurança nos canteiros de obras. Complementa a NR-6 com especificidades do setor, incluindo proteção contra perfuração para áreas com risco de pregos e vergalhões expostos. A classe S3 é a mais usual.

    NR-32 (saúde e serviços)

    Para hospitais, laboratórios e clínicas, exige calçado fechado, antiderrapante, impermeável e de fácil higienização. Em áreas com risco biológico, deve ser de uso exclusivo no ambiente assistencial.

    Quando substituir o calçado de segurança

    A NR-6 não estabelece prazo fixo. A substituição deve ocorrer sempre que a proteção for comprometida. O SESMT deve manter inspeção periódica e critérios de descarte. Indicadores objetivos:

    • Solado com desgaste acima de 50% das ranhuras, perda de antiderrapância
    • Biqueira de aço com sinal de impacto (deformação, mossa, trinca)
    • Couro ressecado, rachado ou com perda de costura estrutural
    • PVC com trincas, furos ou perda de flexibilidade
    • Palmilha interna com colapso de absorção de impacto
    • CA do modelo vencido (renovação ou troca por equivalente)
    • Após qualquer evento de impacto significativo, mesmo sem dano visível

    Perguntas frequentes sobre calçado de segurança

    Calçado de segurança é obrigatório por lei?

    Sim. A NR-6 (Portaria MTP 4.219/2022) obriga o empregador a fornecer gratuitamente calçado de segurança adequado ao risco identificado no PGR. O descumprimento sujeita a empresa a autuação pela Fiscalização do Trabalho e a ação regressiva do INSS em caso de acidente com nexo causal.

    Qual calçado de segurança usar na construção civil?

    A NR-18 determina o uso de calçado com biqueira de segurança em canteiros de obras. O modelo mais indicado é a botina classe S3, que protege contra impacto, esmagamento e perfuração por pregos e vergalhões. Em áreas alagadas ou com concreto fresco, a bota de PVC S4 ou S5 complementa a proteção.

    Qual calçado usar para trabalhar com agroquímicos?

    Bota de PVC impermeável com CA válido, classe S4 ou S5. O PVC oferece barreira contra umidade e agentes químicos moderados presentes em defensivos agrícolas. Verifique no CA e na ficha técnica se o modelo resiste às substâncias específicas utilizadas na operação.

    Bota de PVC pode ser usada na indústria alimentícia?

    Sim, desde que o modelo possua biqueira composite (não metálica) para não ativar detectores de metais, solado antiderrapante SRC e CA válido. Verifique também a resistência a detergentes e sanitizantes utilizados na limpeza da planta.

    A empresa pode descontar o valor do calçado do salário do trabalhador?

    Não. A NR-6 é clara: o EPI deve ser fornecido gratuitamente pelo empregador. Qualquer desconto no salário pelo fornecimento de EPI é ilegal e pode gerar passivo trabalhista. O custo é integralmente responsabilidade da empresa.

    Qual a diferença entre biqueira de aço e biqueira composite?

    As duas oferecem a mesma proteção contra impacto de 200 J exigida pela ABNT NBR ISO 20345. A biqueira composite é feita de polímero, fibra de vidro ou carbono, não conduz eletricidade nem ativa detectores de metais, e é mais leve. A biqueira de aço é mais robusta a impactos repetidos e tem custo menor.

    Calçado de segurança com bico de aço pode ser usado por eletricista?

    Não. Para trabalhos em conformidade com a NR-10, o calçado deve ser dielétrico, sem componentes metálicos. Eletricistas devem usar bota ou botina com biqueira composite e construção totalmente isolada.

    Como verificar se o CA do calçado está válido?

    Consulte o número do CA no site oficial do CAEPI, mantido pelo MTE. Cada CA tem validade, geralmente de 5 anos, e pode ser renovado pelo fabricante. A Prottekt confere a validade no momento do cadastro do produto e não comercializa modelos com CA vencido.

    Com que frequência o calçado de segurança deve ser substituído?

    A NR-6 não estabelece prazo fixo. A substituição deve ocorrer quando houver comprometimento das propriedades de proteção: solado desgastado, biqueira deformada, couro ressecado ou PVC com trincas. O SESMT deve estabelecer rotina de inspeção periódica e critérios claros de descarte.

    A Prottekt entrega calçado de segurança para todo o Brasil?

    Sim. A Prottekt entrega calçado de segurança para todos os estados do Brasil, com frete grátis para São Paulo (consulte regras). Pedidos corporativos por CNPJ pelo WhatsApp (19) 99987-9164 ou pelo e-mail vendas@prottekt.com.br.

    Equipe Técnica Prottekt Conteúdo revisado por especialistas em saúde e segurança do trabalho. Atualizado em maio de 2026.
    Fontes: ABNT NBR ISO 20345:2022, NR-6 (Portaria MTP 4.219/2022), NR-10, NR-18, NR-32, CAEPI / MTE.